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A tecnologia AMD XConnect ironicamente foi baseada numa conexão de sua concorrente Intel, o conector de vídeo Thunderbolt 3, o qual permite uma transferência bi direcional de dados tão elevada (até 40Gbps) e que suporta outros tipos de informações, como áudio, rede e outros auxiliares.

Basicamente o XConnect é um suporte que as novas placas de vídeo Radeon R9 e RX dão à conexões externas via Thunderbolt 3, desta forma, você pode ligar uma placa de vídeo à um notebook que não tenha uma GPU dedicada, mas possua tal conexão.

O desempenho 3D para a maioria dos modelos das Radeons R9 e RX não é afetado através da tecnologia XConnect, mas a maioria dos notebooks não possuem um processador que consiga acompanhar estes modelos mais tops da nova série R9 e RX.

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GCN (Graphics Core Next) é uma arquitetura da AMD incorporada nas placas de vídeo Radeon a partir da série 7xxx que oferece mais performance e qualidade de imagem no recurso Tessellation do DirectX 11, na tecnologia Partially Resident Textures* e Anisotropic Filtering (AF).

A arquitetura GCN permite usar os processadores superscalares da placa de vídeo para executar outras tarefas de processamento pesado que eram destinados exclusivamente ao CPU, como cálculos científicos, médicos e físicos baseados nas linguagens C++ AMP e OpenCL.

Logo da GCN (Graphics Core Next) da AMD
Logo da GCN (Graphics Core Next) da AMD

Esta arquitetura possui uma tecnologia chamada de AMD PowerTune que aproveita cada Watts de potência consumida em melhor performance possível, aumentando automaticamente, conforme a demanda, a frequência de operação.

Já a tecnologia AMD ZeroCore Power desliga a placa de vídeo quando o monitor é desligado, situação comum quando saímos para assistir à uma TV, tomar um café ou atender uma chamada telefônica. Esta tecnologia funciona também para os computadores que usam o CrossFire.

* A tecnologia PRT permite carregar partes de grandes texturas conforme a demanda do jogo ou aplicativo, oferecendo a mesma performance do que jogos com texturas menores.

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O velho sinal de vídeo analógico pelo conector VGA sub-D de 15 pinos ainda está presente em muitos monitores e algumas placas de vídeo. Isso ainda ocorre porque a retrocompatibilidade é um importante argumento de vendas para os fabricantes, mas com a evolução da tecnologia, isso também pode causar transtornos.

Como os atuais monitores LCD, LED, OLED e demais com telas digitais não possuem sinal analógico, eles precisam de um conversor de sinal analógico para digital, assim como as placas de vídeo precisam converter o sinal digital para a saída analógica VGA sub-D. Nestes processo de conversões de sinais há perdas na qualidade. Em alguns sites, por exemplo, alguns detalhes com cores mais suaves não são vistos.

Já a conexão HDMI é uma das mais utilizadas no momento, primeiramente pelo áudio de 8 canais que ele carrega junto, segundo pelos recursos que a versão 1.4 pode oferecer, como um canal para retorno de áudio, tráfego de dados via ethernet e exibição de imagens 3D, mas esta conexão traz também um pequeno transtorno à alguns usuários, que é a falta de preenchimento de toda a tela do monitor, sendo necessário a configuração do recurso chamado overscan.

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O chipset é um conjunto de circuitos integrados em um chip. Ele é o principal componente de uma placa mãe, determinando os recursos e limitações que ela vai ter. Antigamente as placas mãe tinham vários chipsets, cada um com uma função, isso tornava o computador caro e muito complexo, pois a comunicação e a compatibilidade eram precárias.

Com o tempo as funções foram se "juntando" e por muito tempo as placas mãe tinha apenas dois chipsets, o ponte norte (North Bridge) que cuidava dos recursos de alta velocidade, como a controladora de memória, vídeo embutido ou conexões AGP ou PCI-Express.

Já o ponte sul (South Bridge) era responsável pelos recursos de baixa velocidade, como as conexões USB, dispositivos IDE ou SATA, portas serial e paralela, controladora de áudio, rede e etc.

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As empresas AMD, ARM, Imagination Technologies, MediaTek e Texas Instruments se juntaram e formaram a HSA Foundation, uma organização sem fins lucrativos, com objetivo de promover a arquitetura HSA (Heterogeneous System Architeture).
A HSA é uma arquitetura heterogênea que une o processamento gráfico com a computação no mesmo chip. Unidas, essas empresas tentarão criar um modelo mais simples de programação para maximizar a capacidade dos processadores.
Se tudo der certo, nos próximos anos o mercado deverá ter vários dispositivos com os novos processadores, passando por servidores até a smartphones.
A maior vantagem do HSA é que o chip alia a computação e gráficos, e agora o chip poderá utilizar a GPU para auxiliar a CPU no desempenho dos aplicativos.

Fonte: Olhar Digital

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Jogadores que idolatram o computador como melhor plataforma de jogos, justificando a presença do DirectX 11 e da aplicação de alto nível de filtros, sempre sonham em ter uma máquina com diversas placas gráficas. Para atender a esses aficionados por visuais exuberantes, as fabricantes disponibilizam soluções que aliam o desempenho de muitas GPUs. ...continue reading

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O primeiro das duas séries da arquitetura Zacate foi lançada em Janeiro de 2011 no CES em Las Vegas. Os dois modelos da série E foram E-240 e E-350 e logo surgiram outros modelos. Todos eles destinados aos computadores portáteis.

Zacate é baseada na micro arquitetura Bobcat e integra um ou dois núcleos, uma controladora de memória single channel do tipo DDR3 e uma controladora gráfica baseada na geração Radeon HD6xxx, tudo em um único chip, conceito denominado pela AMD de Fusion.

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Champlain é o nome de um núcleo de processadores para notebooks da plataforma Danube. O núcleo e a plataforma foram introduzidas em Maio de 2010, quando a AMD lançou vários modelos para notebooks da Série V de um núcleo até os Phenom II com quatro núcleos.

O Champlain é baseado na microarquitetura K10 e dependendo da família de processadores, é implementado com dois DIES diferentes. A série V, o Athlon II, o Turion II e o Phenom II dual-core possuem dois núcleos com DIEs menores e 1 MB de cache L2 por núcleo.

Certas características no núcleo e 512KB no cache L2 são desativados para a família da Série V e para os Athlons II. Phenom II com três ou quatro núcleos tem um DIE cerca de 50% maior do que os quad-core com 512KB de cache L2 por núcleo.

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