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Constantemente são enviadas solicitações de jogos no Facebook como o Candy Crush, FarmVille, Dragon City, Diamond Dashe outros. Essas notificações incomodam grande parte das pessoas que utilizam a rede social. Para facilitar sua vida, vamos ensinar nesse post duas maneiras de bloquear essas sugestões.

 

São elas: bloqueio de aplicativo ou bloqueio de usuário

 
Para realizar o bloqueio de aplicativo, vá até a barra de notificações, lá você encontrará algumas sugestões de jogos, passe o mouse sobre ela e clique no "X". Logo em seguida a mensagem "Desativar notificações do aplicativo"será exibida, clique em desativar.
Você pode também ir até o lado direito no topo, e clicar no ícone com uma "roda de engrenagem", em seguida na opção "configuração de privacidade".Clique agora no lado esquerdo na opção "Bloqueio". Na janela gerenciar bloqueio clique na opção "Bloquear convites de aplicativos". Você precisará digitar o nome do usuário que deseja bloquear no espaço sugerido para realizar o "bloqueio de usuário".

 

Pronto! As alterações estarão salvas e você livre de ser incomodado por essas notificações.

 

Uma lei do Estado de Illinois, nos Estados Unidos, determinou que as escolas pudessem solicitar o login e a senha do Facebook para dos alunos. A regra que começou a valer a partir do dia 1º de janeiro deste ano, tem como objetivo investigar casos de Cyberbullying, ou seja, bullying praticado através dos meios digitais.

Facebook Privacy

De acordo com o site norte-americano "Cnet", os pais começaram a ser notificados nesta semana sobre essa nova legislação. Segundo o comunicado enviado aos pais, a escola informa que pode pedir a um estudante ou responsável a senha ou o login de acesso às redes sociais, caso a instituição considere que a conta desse aluno apresente evidencias de violação às regras disciplinares.

Vale lembrar que a legislação é válida para qualquer tipo de publicação feita pelos alunos na internet, independente se a ofensa foi feita de um computador pessoal ou de alguma estação da escola.

Até o momento não há risco de prisão para quem não quiser cooperar, mas no entanto, de acordo com o site norte-americano "Motherboard", podem haver alguns "problemas", que não foram detalhados.

Mas nem todos os pais aceitaram essa decisão, Sarah Bozarth, uma das mães do estado norte-americano que recebeu a carta, ficou revoltada com a arbitrariedade da lei e os tipos de dados solicitados. Segundo mãe, uma coisa é o professor pedir para acessar a conta do filho e dar uma olhada, outra é ceder informações pessoais para escola, é inaceitável, disse em entrevista ao canal norte-americano KTVI.

Outro caso parecido aconteceu há 3 anos no Estado do Minnesota, onde os pais de um garoto de 12 anos processaram a escola após a instituição forcá-lo a ceder o login e a senha das redes sociais. Na época, o garoto era acusado de falar mal de um dos monitores. Em 2014, o caso foi encerrado e a instituição de ensino foi obrigada a pagar uma indenização de US$ 70 mil aos pais do garoto.

Assim como tomar drogas pode desencadear a liberação de dopamina no cérebro, receber e responder as notificações do Facebook pode colocar os usuários em uma espécie de circuito neurológico de busca e obtenção de prazer.

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Em uma pesquisa realizada pela International Data Corporation (IDC), dos Estados Unidos em nome do Facebook, descobriu que os usuários de smartphones entre 18 e 44 anos acessam as redes sociais logo que acordam.

Entre todos os entrevistados, 62% afirmaram que a primeira coisa que eles fazem ao acordar é pegar o celular e acessar a internet, enquanto 79% usam o aparelho após 15 minutos depois de acordar.

Em média o tempo gasto acessando o Facebook ao acordar é de 16 minutos vendo o newfeed que são os post em destaque, 10 minutos é para verificar mensagens do inbox e por ultimo gastam 5 minutos para atualizar o status ou postar uma nova foto. Ou seja, dessa forma o tempo médio gasto de acesso ao facebook pelo celular é de mais ou menos meia hora por dia.

Segundo a psicóloga Susan Weinschenk o neurotransmissor dopamina não leva as pessoas a experimentar o prazer, mas provoca o comportamento de busca fazendo com que as pessoas acessem o Facebook diariamente ao acordar e várias vezes no decorrer do dia.

Ainda de acordo com a pesquisa, 63% dos entrevistados afirmaram que realizam o login e o logoff várias vezes ao dia para poder atualizar a página do Face. Enquanto 25% passam boa parte do dia jogando.

Dessa forma é fácil perceber como a internet e o Facebook vicia as pessoas que utilizam dessa ferramenta, seja para trabalhar ou até mesmo como uma forma de distração. Assim como o extinto Orkut, viciou seus usuários durante seu período de existência, agora é a vez do facebook assumir esse posto, e daqui um tempo outros sites de relacionamento irão surgir e dominar a internet, fazendo com que esse vício malígno ou benígno nunca acabe.

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Frente a grande adesão das pessoas às redes sociais, grande parte delas que atuam no marcado de trabalho, já ouviram falar que empresas utilizam essas mesmas redes para avaliar candidatos a vagas de emprego, mas dessa vez, uma popular rede social foi utilizada por uma empresa brasileira, para desligar um colaborador de seu quadro de funcionários.

O fato ocorreu em Jundiaí, interior de São Paulo. Em outubro de 2012 um funcionário da empresa BM Motos curtiu uma publicação de um ex-colega de trabalho no Facebook, o conteúdo de tal publicação eram criticas a referida empresa e insultos a uma das sócias da organização. Na segunda feira seguinte a curtida, o funcionário foi desligado do quadro de funcionários por justa causa; “A justa causa decorre do fato de que na rede social Facebook você compactuou com as publicações gravemente ofensivas à honra, integridade e moral da empresa BM Motos, de seus funcionários e da sócia”, alegou a empresa para justificar a demissão.

Inconformado com a situação, o funcionário entrou na Justiça contra a BM Motos. O processo judicial foi aberto na 1ª Vara do Trabalho do município e depois de alguns meses chegou ao TRT da 15ª Região. No último dia 22 de junho, a juíza Patrícia Glugovskis Penna Martins julgou o caso à favor da empresa. “O fato é grave, posto que se sabe o alcance das redes sociais”, explicou a magistrada e completou; “A liberdade de expressão não permite ao empregado travar conversas públicas em rede social ofendendo a sócia proprietária da empresa, o que prejudicou de forma definitiva a continuidade de seu pacto laboral, mormente quando se constata que seu contrato de trabalho perdurado por pouco mais de 4 meses”, comentou a magistrada. Jonathan Pires Vidal da Rocha chegou a ser condenado a pagar uma multa de R$ 17 mil sob a acusação de litigância de má fé. Contudo, a juíza removeu essa sentença.

Diante tal fato fica a reflexão, o perfil nas redes é particular, a manifestação do pensamento é livre, mas liberdade implica em responsabilidade, essa torna-se indispensável quando o assunto é vida profissional, portanto é melhor ficar atento com as publicações referente a colegas de trabalho e a instituição onde atua para não passar por situações desconfortáveis.

Uma colaboração de Vinícius Deiró

Sempre pensei em fazer uma seleção das minhas apps fotográficas preferidas. Usando frequentemente o iphone e o ipad para fotografar, editar e publicar fotos no meu perfil do Facebook e twitter, sempre estou provando as novidades que surgem a cada dia, porem aqui selecionei 8 entre as que mais utilizo.

Essas 8 apps na minha opinião são perfeitas para transformar todos nós em fotógrafos digitais, até porque não existe somente o Instagram...

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O juiz eleitoral, Luiz Felipe Siegert Schuch determinou que o Facebook fique suspenso no Brasil. Isso aconteceu porque a rede social não cumpriu uma decisão judicial que obrigado o site a remover a página “Reage Praia Mole”. Essa página fazia críticas a um projeto imobiliário em Florianópolis. Dalmo Meneses, vereador do PP, entrou na justiça e pediu a remoção do conteúdo.

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Depois do tão falado IPO, parece que o Facebook está vivendo uma crise. Em primeiro lugar aconteceu uma enorme queda no valor dos papéis. Em segundo lugar está a queda no número de visitantes únicos na rede social. Esse número caiu 1.1%, apenas nos Estados Unidos. Mas esse queda nos acessos vem sendo registradas em outros 14 mercados, do total e 23 em que o Facebook atua.

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